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Arqueologia e História Hoje


Arqueólogos encontram casa de 11500 anos no Alasca

Restos mortais de criança cremada e vestígios de habitação temporária revelam novas perspectivas sobre a vida na Era do Gelo

 

 

Foto: Ben A. Potter 

Escavações arqueológicas encontraram indícios sobre a vida doméstica dos primeiros habitantes da América

Arqueólogos descobriram indícios sobre a vida doméstica dos primeiros habitantes da América, há 11.500 anos. Uma escavação arqueológica no Alasca revelou restos mortais de uma criança de três anos, que foi cremada durante seu funeral, o que traz nova compreensão sobre o modo de vida do homem durante a última glaciação, que ocorreu entre 110 mil e 10 mil anos atrás.

De acordo com especialistas, ao contrário de outras escavações, que revelaram cabanas como forma de moradia nômade, o sítio arqueológico em Upper Sun River, no Alasca Central, mostrou uma casa que teria sido usada durante o verão por um pequeno grupo que incluía mulheres e crianças e que se alimentava de peixes, pássaros e pequenos mamíferos encontrados na região.

“Antes desta descoberta, nós sabíamos apenas que o homem do gelo praticava a caça de bisões e alces com o auxílio de artefatos sofisticados durante a maior parte do tempo, mas a maioria dos sítios que foram estudados era de campos de caça”, disse Ben Potter da Universidade do Alasca Fairbanks, que publicou seu estudo na edição desta semana da revista científica Science.

Os vestígios da casa e da cremação da criança fornecem novos indícios sobre os rituais fúnebres dos povos da Idade do Gelo. Após a cremação, a criança foi colocada em uma cova de 130 centímetros por 80 centímetros. A relativa falta de artefatos em volta da cova sugere que o grupo abandonou a casa logo após o evento.

Os pesquisadores descrevem que a cova continha não só os restos mortais da criança – eles estimam que 20% do esqueleto permaneceu intacto após a cremação – mas também restos de animais e plantas. Provavelmente, a criança morreu antes de ser cremada em uma cova no meio da casa, mas isto ainda não está claro. Como a criança ocupava a maior parte da cova, os arqueólogos acreditam que ela não foi originalmente cavada para ser uma sepultura -- ela provavelmente era usada para outros propósitos, como fogareiro ou depósito de lixo.

De acordo com Potter, os ossos da criança são as primeiras provas de comportamento associado a um evento fúnebre individual; "A área reflete muitos comportamentos diferentes nunca antes visto nesta parte do mundo durante a última Era Glacial, e graças à sua preservação, podemos explorar as formas de vida desses povos antigos em outra maneira", disse Potter.

Na natureza selvagem
Tanto o sepultamento quanto a casa de pedra são os mais antigos vestígios deste tipo encontrados na América do Norte, segundo os pesquisadores. Vale lembrar que vestígios de sepultamento neste período, ainda mais de uma criança, são muito raros. Na verdade, a descoberta foi feita por acaso, enquanto a equipe investigava um sítio arqueológico mais antigo na mesma região – de 13.200 anos. Estes são os primeiros habitantes das Américas, que chegaram ao continente vindos da Ásia na época em que havia um corredor de gelo entre os dois continentes.

Fonte: Ultimo Segundo



Escrito por Contato: wanison@globomail.com às 10:33:57 AM
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O casamento de padres sempre foi proibido. FALSO!
Seguindo o exemplo de Jesus Cristo e de seus discípulos, os primeiros cristãos permaneceram celibatários. A Igreja impôs a regra a seus sacerdotes desde o princípio, certo? Errado!
por Olivier Tosseri
Museu do Convento de Santa Catarina, Utrecht
Até o século X, nada impedia os padres de ter relações amorosas

Jesus Cristo jamais proferiu algo contrário ao casamento de religiosos, e alguns de seus apóstolos tiveram esposas e filhos. O judaísmo, crença da qual se originou o cristianismo, não impunha o celibato aos rabinos. Logo, a Igreja Católica também passou um longo tempo considerando aceitável a ordenação de homens casados.

Uma das primeiras tentativas de imposição do celibato aos padres fracassou no Concílio de Niceia, no ano 325. A reunião só conseguiu proibir o casamento depois da ordenação. Ao que tudo indica, porém, nem mesmo essa cláusula foi respeitada rigorosamente, já que vários clérigos do período viviam com suas companheiras e resistiram à nova regra. No século IV, por exemplo, bispos como Gregório de Nazianzo e Gregório de Nissa eram casados, e 39 dos papas tiveram esposas e filhos, que chegaram, em alguns casos, a suceder os pais.

Essa situação começou a mudar com a ascensão de vários monges a cargos de importância na hierarquia eclesiástica. A multiplicação das decisões papais, concílios e sínodos de bispos em defesa da obrigatoriedade do celibato mostra que a força política desse grupo, praticante da renúncia aos prazeres mundanos, alterou bastante a estrutura de poder da Igreja.

A disputa entre opositores e defensores do celibato se acirrou no século X, quando o Império Carolíngio sucumbiu e a Igreja passou a enfrentar dificuldades para impor suas normas aos clérigos. O afastamento das questões espirituais, a prática da simonia (venda de bens sagrados e de benefícios eclesiásticos) e os casos de nicolaísmo (incontinência dos padres que se casam ou vivem em concubinato) se tornaram mais frequentes. Uma reforma era necessária.

Embora iniciada por Leão IX, foi o papa Gregório VII que emprestou seu nome à chamada “reforma gregoriana”. Esse movimento intensificou a crítica à incontinência dos religiosos e passou a valorizar um clero inteiramente voltado à sua tarefa, sem relações familiares que pudessem afastá-lo dos interesses espirituais ou levá-lo a usurpar bens da Igreja para benefício de seus parentes.

Em vários países, como Alemanha, França, Inglaterra e Espanha, essas decisões foram mal recebidas pelos clérigos locais, e o concubinato dos padres persistiu. No entanto, a população aderia cada vez mais às decisões papais e, ansiosa pela renovação de um clero corrupto e permissivo, rejeitava os religiosos que continuavam a ter uma amante ou a praticar atos condenáveis.

Assim, o desejo de um enquadramento melhor dos padres e de uma definição mais restrita de sua disciplina continuou a ganhar força. Os cânones dos concílios de Latrão II (1139), Latrão III (1179) e, finalmente, Latrão IV (1215) reiteraram a proibição ao concubinato dos padres e à ordenação de homens casados. Essas determinações têm sido rigorosamente aplicadas pela Igreja Católica até os dias atuais, a despeito do que fizeram os cristãos ortodoxos: para eles, a ordenação de homens casados continua sendo, a exemplo do que ocorria nos primeiros anos do cristianismo, uma prática perfeitamente aceitável.

Por Olivier Tosseri

 

Fonte: Revista História Viva



Escrito por Contato: wanison@globomail.com às 04:58:48 PM
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Templo milenar detona conflito na Ásia
Soldados trocam tiros na fronteira entre Camboja e Tailândia em disputa por santuário hindu do século XI tombado pela Unesco
 
Wikimedia Commons
O templo Preah Vihear, pivô da disputa entre as duas nações vizinhas

Um patrimônio da humanidade está no meio do fogo-cruzado entre dois países asiáticos. O templo hindu Preah Vihear, construído por volta do século XI e incluído na lista de bens preservados da Unesco em julho de 2008, fica na fronteira entre Camboja e Tailândia, que desde então disputam o território onde o santuário está situado.

O mais recente capítulo desse embate começou no último dia 4 de fevereiro, quando tropas dos dois países retomaram as hostilidades na região. No dia seguinte, Camboja e Tailândia anunciaram um cessar-fogo, mas a medida não foi suficiente para interromper a violência, pois soldados de ambos os lados continuaram a trocar tiros ao longo dos últimos três dias.

De acordo com dados oficiais, cinco soldados e pelo menos dois civis foram mortos até sábado. No entanto, o porta-voz do governo do Camboja declarou ao jornal americano Los Angeles Times que outros 13 militares tailandeses foram abatidos, dado não confirmado pelo governo do país adversário. Além disso, representantes cambojanos disseram ao periódico que a artilharia inimiga teria destruído parte de uma das asas do templo, informação também negada pela Tailândia.

A disputa entre os dois países asiáticos se iniciou em outubro de 2008, após a Unesco ter concedido o título de patrimônio da humanidade ao templo Preah Vihear, reconhecendo-o como bem cultural do Camboja. Por estar na fronteira entre os dois países, o edifício histórico foi reivindicado pela Tailândia, o que deu início a hostilidades que se estenderam por mais de dois anos. Até hoje os dois governos se acusam mutuamente pelo início das agressões.

Construído há cerca de um milênio, o templo hindu é o maior exemplo que temos da arquitetura do Império Khmer, cultura que por mais de seis séculos dominou parte do sul asiático, ocupando regiões que hoje pertencem a países como Camboja, Tailândia, Laos e Vietnam.

 

Fonte: Revista História Viva



Escrito por Contato: wanison@globomail.com às 04:50:23 PM
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Palacete republicano
Paço Municipal de Marapanim (PA) já abrigou diversos órgãos públicos desde 1893, mas está abandonado há seis anos
Cristina Romanelli

Apenas um ano depois da proclamação, a República já se espalhava por todos os cantos do país. Até na arquitetura. Na cidade de Marapanim, a cerca de 120 quilômetros de Belém, no Pará, foi iniciada em 1890 a construção de um palacete com várias referências ao novo regime. “Tem um busto da Marianne, personagem importante da Revolução Francesa, leões que representam o Estado e a revolução, e o barrete frígio, um dos principais símbolos da República, herdado da Roma Antiga”, explica Tiago Ferreira, professor de História da rede pública de educação do Pará. Para ele, essas características na construção tentavam aproximar a República da população, que não teve participação na troca de regime, como aconteceu na Revolução Francesa.

O Paço Municipal de Marapanim foi inaugurado em 1893 para sediar o Conselho de Intendência da cidade e já abrigou diversos órgãos públicos desde então. Apesar disso, foi abandonado há cerca de seis anos, quando a Secretaria de Educação foi transferida para outro local. Hoje, corre o risco de desmoronar. “Parte do telhado caiu há uns quatro anos. O assoalho, o forro e as portas estão danificados, e há rachaduras nas paredes. A prefeitura diz que vai reformar, mas nada acontece. O próprio prefeito disse que prédio velho não dá voto”, denuncia Ferreira.

Fonte: Revista de História da Biblioteca Nacional



Escrito por Contato: wanison@globomail.com às 04:44:03 PM
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Um arsenal no subsolo de Belo Horizonte
Governo da capital mineira encontra mais de 500 armas do séculos XIX e XX escondidas sob prédio público
por Graziella Beting
Renato Cobucci / Governo de Minas
Fachada do prédio da antiga Secretaria de Defesa Social, sob o qual foram encontradas armas do fim do século XIX e começo do XX

Revólveres com cabo de madrepérola, pistolas, punhais e garruchas. Esse foi o arsenal encontrado por trabalhadores durante obras no prédio da antiga Secretaria de Estado de Defesa Social, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. No total, são mais de 500 peças, antigas e oxidas que, ao que tudo indica, datam do final do século XIX ou começo do XX.

As armas e munições estavam enterradas e foram achadas durante as obras que estão sendo realizadas no edifício, que passa por reforma e abrigará o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), integrando o Circuito Cultural Praça da Liberdade.

As peças estavam a um metro de profundidade e foram encontradas durante escavações para troca de tubulação pluvial. Segundo o secretário-adjunto de Cultura e gerente-executivo do Circuito Cultural Praça da Liberdade, Estevão Fiúza, não está descartada a hipótese de que, em épocas antigas, enterrar armas em desuso fosse uma prática comum.

Os objetos foram avaliados preliminarmente por peritos da Polícia Civil de Minas Gerais, acompanhados por uma arquiteta e um engenheiro civil do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), e agora foram encaminhados para uma perícia mais detalhada para avaliar seu possível valor histórico e cultural.

 

Fonte: Revista de História Viva




Escrito por wanison@globomail.com às 04:17:38 PM
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Presidente do Peru pede que Yale devolva relíquias incas

Alan García afirmou que se universidade não retornar objetos de Machu Picchu, será considerada uma saqueadora de tesouros

 

 

Foto: Getty Images

Estatueta inca encontrada em escavação em Machu Picchu: governo peruano quer objetos de volta


O presidente peruano, Alan García, exigiu na segunda-feira que a Universidade de Yale devolva tesouros arqueológicos que seus pesquisadores "saquearem" da região de Machu Picchu no início dos anos 1900.

O Peru diz que a universidade levou cerca de 40 mil objetos, incluindo cerâmicas, jóias e ossos do local nos Andes peruanos.

"Ou chegamos a um entendimento sobre... Machu Picchu, ou simplesmente teremos que chamá-los de saqueadores de tesouros", disse García, referindo-se à Universidade de Yale.

Os artefatos foram enviados para fora do Peru depois que um graduado de Yale, o explorador norte-americano Hiram Bingham, redescobriu Machu Picchu em 1911. O país argumenta que os objetos foram emprestados à universidade por 18 meses mas nunca foram devolvidos.

"Agora é a hora para começar a embalar as coisas e enviá-las de volta junto com a pesquisa... O silêncio indicaria que são culpados do roubo", disse García.

Na época da descoberta de Bingham, a antiga cidade, hoje um ponto turístico, estava esquecida, coberta de densas florestas nas montanhas, a cerca de 2.400 metros de altitude.

O Peru tem centenas de sítios arqueológicos espalhados pelo país e vem enfrentando dificuldades há anos para combater o tráfico de fósseis e artefatos.

Fonte: ultimo Segundo



Escrito por Wanison Corrêa de França às 02:31:47 PM
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Arqueólogos encontram camarote de teatro no palácio de Herodes

A porção superior apresenta pinturas de janelas com vista para o rio e um mar com grande veleiro


 

Foto: © AP

Camarote descoberto no deserto da Judeia reafirma gosto extravagante de rei Herodes

Arqueólogos israelenses encontraram um luxuoso camarote de teatro numa edificação de 400 lugares no palácio de inverno do rei Herodes, no deserto da Judéia.

Os arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém disseram que o cômodo oferece mais evidências para o conhecido gosto pela extravagância do rei Herodes.

Herodes era o governante da Terra Santa sob a ocupação romana nos anos de 37 a 4 a. C. Ele é conhecido por sua extensa construção em toda a área.

Ehud Netzer , arqueólogo que liderou o estudo, disse que Herodes tinha por hábito contratar artistas romanos para decorar as paredes do teatro com pinturas elaboradas e sancas de gesso pelo teto, no ano de 15 a. C.

A porção superior apresenta pinturas de janelas com vista para o rio e para o mar com grande veleiro.

Fonte: Ultimo Segundo



Escrito por Wanison Corrêa de França às 01:45:45 PM
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Mais de 600 peças arqueológicas estavam com premiê iraquiano

Artefatos que haviam retornado ao país em 2009 foram encontradas em depósito do escritório de Nouri al-Maliki


 

Foto: © AP

Peça de argila da Babilônia, datada de 2100 a.C: uma das que voltaram para o Iraque

Mais de 600 valiosas peças arqueológicas foram enviadas ao Museu Nacional do Iraque nesta segunda-feira (20) após terem sido descobertas no dia anterior no escritório do premiê do país, Nouri al-Maliki.

Os artefatos haviam sido retirados ilegalmente do Iraque em diferentes períodos e acabaram nos Estados Unidos.

Eles foram retornados ao Iraque no início de 2009 mas desapareceram logo depois.

O ministro de Antiguidades iraquiano, Qahtan al-Jubouri, responsabilizou "procedimentos errados" pelo desaparecimento das relíquias.

As 638 peças foram encontradas no domingo, em um depósito para mantimentos de cozinha do escritório de Maliki, guardadas em caixas de papelão.

Sete mil anos


"É uma coleção importantíssima. Algumas (das peças) são do início da era islâmica, outras do período sumério, outras babilônicas, helênicas. Períodos e cidades diferentes", disse Amira Eidan, diretora do Museu Nacional do Iraque.

Entre os objetos, estão joias, objetos de argila e figuras de bronze.

Acredita-se que dezenas de milhares de objetos retratando os sete mil anos de civilização na Mesopotânia foram saqueados após a invasão do Iraque liderada pelos Estados Unidos em 2003.

Apesar dos esforços internacionais para recuperar os objetos, calcula-se que menos da metade voltou ao Iraque.

Fonte: Ultimo Segundo



Escrito por Wanison Corrêa de França às 03:33:25 PM
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Nova teoria afirma que Amazônia pré-colombiana foi populosa

Estima-se que a população amazônica pode ter chegado a 20 milhões de pessoas no período antes do descobrimento


 

Foto: Getty Images

Gravura do século 18 mostra as diferentes tribos que habitavam o continente americano

Esqueça a ideia de índios nômades percorrendo uma floresta praticamente inabitada. A Amazônia pré-colombiana era amplamente habitada, com aldeias muitas vezes mais populosas que as europeias. Havia enorme diversidade cultural e grandes redes de relações entre aldeias próximas aos rios Tapajós, Madeira, Solimões, por exemplo.

Este é o cenário - muito diferente do que foi pintado nos livros de história - que um grupo de arqueólogos de diversos países está conseguindo comprovar a partir de evidências em escavações e estudos na região. Fala-se em mais de 20 milhões de índios habitando a Amazônia antes da chegada de portugueses e espanhóis, (atualmente a população indígena do país é 460 mil pessoas) e que descarta a ideia tradicional de que se tratava de uma região virgem e inabitada.

Também era algo muito diferente do mito do Eldorado com suas cidades feitas de ouro que atraiam o descobridor ibérico. “Este era o modo de entender do colonizador. O que estamos fazendo é contar a história a partir da ótica do índio”, disse a pesquisadora da Universidade Estadual do Amazonas, Helena Lima. “O que sabemos é que estas populações eram muito mais complexas e numerosas e usavam técnicas de manejo bem sofisticadas”, completa.

Eduardo Neves, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP e coordenador do projeto Amazônia Central, faz uma estimativa mais modesta: cerca de 5,5 milhões de pessoas vivendo na Amazônia pré-colombiana. “Antigamente falava-se em Amazônia como uma coisa só, mas o que vemos aqui é uma variabilidade cultural incrível, tanto de língua quanto de organização política e das aldeias”

 

Foto: Getty Images

Vista aérea de aldeia no Pará: região pode ter sido muito mais populosa do que se imaginava anteriormente

Atualmente a densidade demográfica na região amazônica é de uma a duas pessoas por quilômetros quadrados, sendo concentrada em poucas cidades como Iquitos (Peru), Manaus e Belém. O pesquisador colombiano Augusto Oyuela-Caycedo, professor da Universidade da Flórida, diz que antes da chegada dos europeus “provavelmente a população era de três a cinco pessoas por quilômetros quadrado, com povoados com não mais que cinco mil pessoas cada”.

Michael Heckenberger, também do departamento de Antropologia da Universidade da Florida, pesquisou áreas do Alto Xingu e fez uma estimativa de que viviam 50 mil índios em uma área de 20 mil quilômetros quadrados. “Isto consiste em uma população maior que de países da Europa de hoje”, disse.

De acordo com os estudos, as vilas do Alto Xingu eram 10 ou 15 vezes maiores do que as que existem hoje na região. A organização das vilas era composta por uma praça central e circular rodeada por tabas. “As casas formavam um anel perfeito ao longo da periferia da praça e eram cercadas por valetas com 2 quilômetros de comprimento”. De acordo com Heckenberger, no Alto Xingu, onde hoje há uma aldeia, existiam 12.

Em outras regiões do amazonas a configurações das aldeias eram diferentes, com aldeias lineares, voltadas para os rios. “Em relação à organização, elas não eram tribos, mas sociedades em estado incipiente, as evidências arqueológicas indicam um estado expansionista”, disse Oyuela.

Manejo da terra
Uma das provas destas grandes aglomerações e do desenvolvimento da civilização é a terra preta – mudanças na estrutura do solo que permitiam o cultivo. Os estudos mostraram que as plantações eram feitas em pequenas quantidades de terra, cercadas por grandes extensões de florestas. Helena explica que já naquela época se adicionava matéria orgânica e carvão queimado a altas temperaturas para melhorar a qualidade do solo amazônico.

Ela afirma que as grandes populações estavam concentradas na foz dos grandes rios. “Embora sejam exatamente estas as áreas que são mais estudadas”, diz. Nestas regiões observou-se a ocorrência da terra preta.

“Por muitos anos se pensou que a terra preta era resultado de fenômenos naturais como cinzas vulcânicas. A resistência à idéia de que a terra preta foi causada por seres humanos vêm de uma teoria de que a Amazônia era largamente inóspita para o desenvolvimento das sociedades humanas complexas com grandes aldeias”, diz Oyuela, que encontrou terra preta no Alto do Solimões, em 2005, próximo a cidade de Iquitos. A região chamada de Quistococha foi uma grande aldeia que ocupava até 20 hectares até o ano 900 a.D.

Helena afirma que mais de 90% das áreas habitadas hoje na região amazônica, está sobre sítios arqueológicos e as datações são de pelo menos 2 mil anos atrás. Segundo a pesquisadora, em regiões como o alto madeira há datações de terra preta de quatro mil anos atrás, no Médio Amazonas foram encontradas cerâmica e evidências de ocupações agrícola de mais dois mil anos e indícios de cultura nômade de oito mil anos atrás.

Práticas ambientais
Os pesquisadores concordam que os estudos da Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Europa e EUA, mostram a importância da aprendizagem das práticas do passado dos povos indígenas na gestão da floresta para a produção de alimentos, remédios, madeira.“Os povos indígena têm sido bem sucedidos na administração da floresta e criou a maravilha que chamamos de Amazônia. É por isso que é importante aprender e aplicar as lições positivas destas civilizações, que foram negadas pela história ocidental, a mesma que nos colocou na crise climática e ecológica que temos atualmente”, conclui Oyuela.

Fonte: Ultimo Segundo



Escrito por Wanison Corrêa de França às 03:26:58 PM
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Arqueólogo afirma que Moscou tem mais de mil anos

Cidade, que oficialmente tem 863 anos, tem provas arqueológicas de ser ainda mais velha


 

Foto: Getty Images

Vista da Praça Vermelha, em Moscou: capital russa é bem mais velha do que se pensava

Moscou, capital da Rússia, que este ano celebra oficialmente seu 863º aniversário, tem na verdade mais de 1.000 anos de idade, declarou nesta quinta-feira o diretor de arqueologia da cidade, Alexander Veksler.

"Moscou festejará nos próximos dias seus 863 anos. Mas esta é a data inscrita nos registros, e há coisas muito mais antigas", afirmou o especialista, citado pela agência Interfax.

"Se nos basearmos nas descobertas mais antigas, então o milenário da cidade já aconteceu faz tempo", insistiu Veksler, sem mencionar um cálculo mais preciso.

Todos os anos, os moscovitas comemoram a "jornada da cidade", aniversário oficial de Moscou, no primeiro final de semana de setembro.

Embora não restem dúvidas de que o local onde fica Moscou já era habitado há vários séculos, seu antigo nome, Moskov, aparece pela primeira vez nos anais de 1147 do então senhor da região, o príncipe Yuri Dolgoruki. Esta data foi adotada para o aniversário oficial da cidade.

Fonte: Ultimo Segundo



Escrito por Wanison Corrêa de França às 03:53:39 PM
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Descobertos na Galileia vestígios de banquete de 12 mil anos

Arqueólogos encontraram em uma caverna em Israel evidências de ritual que teria acontecido no Neolítico

 

 

Foto: AFP

Escavação mostrou restos de banquete organizado há 12 mil anos atrás, em Israel

Cientistas descobriram evidências de que um banquete foi celebrado 12 mil anos atrás, antes do início da agricultura, em uma caverna que servia como local de sepultamento na Galileia, no norte de Israel, segundo um trabalho publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

Os pesquisadores suspeitavam da existência de banquetes antes do período neolítico, iniciado há 11.500 anos, embora não houvesse provas, explicou Natalie Munro, da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos.

"Esta descoberta representa a primeira prova sólida que confirma a hipótese segundo a qual os banquetes comunitários já eram realizados e, talvez frequentemente, no início do período de transição para o surgimento da agricultura", acrescentou Munro, principal autora do trabalho publicado na revista da Academia Nacional de Ciências (PNAS) dos Estados Unidos.

O termo neolítico refere-se à nova Idade da Pedra ou da Pedra Polida, que sucede o Paleolítico, Idade da Pedra ou da Pedra Lascada.

O neolítico, que culminou por volta de 3.500 anos a.C, foi o período durante o qual os humanos deixaram de ser predadores para se tornarem agricultores e criadores de animais.

 

Foto: AFP

Carapaça de tartaruga usada no banquete

Munro e seu colega Leore Grosman, da Universidade Hebraica de Jerusalém, descobriram os restos de pelo menos 71 tartarugas e outros três animais selvagens, uma densidade incomumente elevada para este período, em duas fossas cavadas de forma especial.

Os cascos de tartaruga e as ossadas dos outros animais apresentavam marcas indicativas de que foram cortados e cozidos para consumo humano.

Segundo os cientistas, uma das fossas foi cavada no marco de um ritual de sepultamento humano e a outra, no marco de um banquete.

Na primeira, os cascos da tartaruga foram colocados voltados para baixo, ao redor e sobre os restos de uma idosa aparentemente enterrada em um ritual, o que leva a crer que o banquete foi organizado por ocasião do funeral.

Fonte: Ultimo Segundo



Escrito por Wanison Corrêa de França às 03:33:53 PM
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Pesquisadores descobrem as flechas mais antigas conhecidas

Pesquisadores descobriram na África do Sul o que acreditam ser as mais antigas flechas já encontradas. Os cientistas encontram pedras de 64 mil anos que afirmam ser pontas de flechas. A descoberta foi reportada no jornal especializado Antiquity. As informações são da BBC.

Exames nas pedras indicam restos de sangue e ossos. As cabeças de flecha foram encontradas em antigos sedimentos da caverna Sibudu, que têm cerca de 100 mil anos. "Nós levamos (as pedras) diretamente do local, em pequenos sacos (de plástico), para o laboratório. (...) Então começamos o trabalho tedioso de analisá-las (microscopicamente), olhando a distribuição de padrões de resíduos de sangue e osso", diz à reportagem Marlize Lombard, da Universidade de Johannesburg, que liderou a pesquisa.

O formato das peças indicava onde elas impactavam e ficavam danificadas e também indicou que fariam parte de projéteis, e não da ponta de lanças. As pontas de flecha também continha restos de cola feita com resina de plantas - os pesquisadores acreditam que se utilizava essa cola para prender mais rapidamente as pontas às flechas.

De acordo com a reportagem, a descoberta indica que o desenvolvimento da "tecnologia" do arco e flecha ocorreu pelo menos 20 mil anos do que se acreditava.

"Caçar com arco e flecha requer planejamento complexo, coleta de material e preparação de ferramentas e implica uma extensão da inovação social e habilidades de comunicação", afirma o artigo que descreve a pesquisa. "Nós podemos agora ficar mais e mais confiantes de que há 60-70 mil anos, na África do Sul, pessoas estavam vivendo, em um nível cognitivo, muito similarmente como nós", diz a pesquisadora à reportagem.

Fonte: Terra



Escrito por Wanison Corrêa de França às 04:50:36 PM
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Ossada indígena de 500 anos é achada no litoral de SP

Três ossadas humanas praticamente inteiras foram encontradas em escavações próximas à Igreja Matriz de São Vicente

 

Foto: Agência Estado

Escavações em São Vicente (SP) revelaram ossadas de índígenas

A cidade de São Vicente, no litoral de São Paulo, continua revelando detalhes da história 478 anos após a sua fundação. Foram encontradas três ossadas humanas praticamente inteiras durante escavações para uma obra . O mais surpreendente da descoberta é que embora os corpos estejam enterrados bem ao lado da Igreja Matriz - onde comumente eram enterrados os leigos cristãos -, provavelmente os corpos são de uma população pré-colonização, de índios tupis ou tupi-guaranis.

"Esses corpos são de 500 anos para trás. Mais recente não pode ser, pois há um tratamento diferencial no sepultamento de um cristão para um indígena", explicou o arqueólogo Manoel Mateus Gonzalez. "O corpo do cristão geralmente está estendido e, no caso do indígena, ele está na posição fetal." No entanto, só exames de DNA e carbono 14 vão determinar exatamente a etnia e a datação dos indivíduos. "Mas tem mais de 90% de chance de serem indígenas, pela curvatura dos pés."

A descoberta foi feita dois meses após o início da construção do Boulevard Ana Pimentel (mulher de Martim Afonso, fundador da cidade). Orçada em R$ 500 mil, a obra de drenagem e pavimentação de uma via ao lado da Matriz é monitorada desde o início pela equipe de Gonzalez. "Nessa escavação, para nossa surpresa, encontramos esses esqueletos inteiros e começamos a encontrar vestígios de sambaquis, que seriam sítios pré-históricos de 3 mil anos atrás, e também algumas cerâmicas tupis." Já foram retiradas mais de 1,5 mil peças do local.

Fonte: Ultimo Segundo



Escrito por Wanison Corrêa de França às 05:26:06 PM
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Arqueólogos descobrem cidade egípcia de 3.500 anos

As ruínas de uma padaria e um torno de oleiro sugerem que o local seria um importante centro gastronômico

 

Foto: © AP

Escavação mostra padaria com dois fornos em cidade milenar a 500 quilometros do Cairo, no Egito

Arqueólogos encontraram no oásis de um deserto ruínas de um assentamento egípcio de 3.500 anos, que antecede outras cidades antigas por um milênio, informou nesta quarta-feira (25) o Ministério da Cultura.

Realizando escavações no oásis Um El-Kharga, um dos cinco desertos ocidentais do Egito -- a cerca de 200 quilômetros ao sul do Cairo --, uma missão da universidade de Yale fez a descoberta enquanto trabalhava em um mapa de rotas antigas do Deserto Ocidental.

O assentamento possui rotas ligando o Vale do Nilo, no Egito, com o oásis ocidental, se estendendo até a região de Darfur, no Sudão, disse o comunicado. O local atingiu seu auge no Reino Médio (1786 a 1665 antes de Cristo)

As ruínas de uma padaria, assim como dois fornos e um torno de oleiro usado na produção de formas de cerâmica, onde o pão era assado, também foram encontrados, sugerindo que o local seria um importante centro gastronômico, informou o chefe da missão, John Darnell.

Fonte: Ultimo Segundo



Escrito por Wanison Corrêa de França às 04:05:04 PM
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Esqueleto de 10 mil anos é tirado de caverna inundada no México

A ossada do "Jovem de Chan Hol" foi resgatada a 8,3 m de profundidade e é provavelmente a mais antiga já encontrada no continente

 

 

Foto: Reuters

Arqueólogos medem parte do esqueleto de uma criança em caverna submersa no México

O México finalmente retirou de uma caverna inundada um esqueleto de um jovem que teria vivido há mais de 10 mil anos, um dos mais antigos do continente, e que pode dar pistas sobre o povoamento da América, disse o Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah) na terça-feira (25).

O "Jovem de Chan Hol", assim chamado pelo pouco desgaste no esmalte dos dentes (o que indica uma morte prematura) e pelo nome da caverna onde estava, havia sido encontrado há quatro anos, na península do Yucatán.

A ossada foi resgatada a 8,3 metros de profundidade, numa caverna à qual só se chega por meio de intrincados labirintos, também submersos e completamente escuros, segundo nota do Inah.

"Foi recolhido em 60 por cento na sua totalidade, com ossos representativos das quatro extremidades, vértebras, costelas e crânio, assim como vários dentes, o que para os antropólogos físicos é estupendo", disse o texto.

 

Foto: Reuters

Arqueólogo tira foto de esquelo de criança

"Quando se trata de exemplares de 10 mil anos, geralmente só se encontra o crânio ou a mandíbula, com sorte 20 ou 30 por cento da ossada", explicou o informe.

Os pesquisadores disseram que provavelmente se trata de um jovem do sexo masculino, que estava com as pernas flexionadas para a esquerda e os braços estendidos ao lado do corpo.

A descoberta, segundo os especialistas, fortalece a tese de que o continente americano foi povoado a partir de várias migrações oriundas da Ásia.

Outros três esqueletos --a Mulher de Naharon, a Mulher das Palmas e o Homem do Templo-- foram achados nos últimos anos em cavernas submersas próximas a Tulum, na região turística conhecida como Riviera Maia.

Essas ossadas "revelam migrações procedentes do Sudeste Asiático anteriores às conhecidas até agora como grupo Clovis, que teria cruzado pelo norte da Ásia, também pelo estreito de Bering, ao final da Era do Gelo", disse o paleobiólogo Arturo González.

O novo esqueleto, que continuará sendo submetido a estudos, foi descoberto em 2006 por um casal de espeleólogos alemães que faziam um reconhecimento na caverna de Chan Hol, expressão que significa "buraquinho" em maia.

Fonte Reuters



Escrito por Wanison Corrêa de França às 03:58:22 PM
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